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| Vanderleia foi abordada pela Defesa Civil na manhã desta sexta |
Foi a primeira família a ser abordada nesta sexta-feira, por uma equipe multidisciplinar no alto do Morro do Artur, que passou de risco monitorado para risco eminente em função das chuvas que caíram na última semana. O trabalho prossegue neste sábado. Outra equipe trabalha no Bairro da Velha, onde situação semelhante acontece.
No Morro do Artur são aproximadamente 100 famílias que vivem em área de risco, mas 35, que vivem em situação mais perigosa é que estão recebendo a determinação para abandonarem imediatamente suas casas. Na sexta-feira uma família se prontificou a deixar imediatamente o local. Outras resistem, a exemplo da de Vanderleia.
- Meus meninos foram ver onde querem colocar a gente lá na escola e não gostaram. É um ginásio. Querem amontoar a gente num lugar só. Precisamos de um tempo para encontrar uma casa para alugar – protestou Vanderleia.
Na manhã deste sábado ela estava apavorada porque chegara de uma reunião, no pé do morro, onde ouviu a informação de que a Polícia Militar iria retirá-los à força do local ainda neste sábado.
O abrigo que a Defesa Civil montou para as famílias do Morro Artur fica na Escola Municipal Dom Pedro II.
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| Família vive no local a 18 anos onde criou vínculos afetivos e emocionais. Resiste em sair |










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