- O ideal seria que cada cidadão cumprisse com seu papel na segurança, ou seja, que não tivessem motoristas bêbados dirigindo, que não tivessem pessoas perturbando o sossego alheio e que somente os crimes de maior potencial ofensivo exigissem a presença da polícia militar - diz ele.
Veja ainda:
Jovem motociclista morre no hospital depois de sofrer acidente provocado por motorista bêbado:
O comandante Koglin prossegue:
- Continuamos exercendo a idéia simples de ue os males da sociedade se cura somente com polícia. Se continuarmos pensando assim, nunca haverão policiais que chega.
E exemplifica:
- Temos que evitar que nos próximos anos aumente, o número de drogados no município que atualmente é de 15 mil. Senão teremos outros 15 mil em menos de dez anos, e teríamos que duplicar o efetivo policial..
Estamos constantemente atacando as consequências que são os pequenos furtos, roubo patra sustentação do vício. E não estamos tratando da causa que é a recuperação dos drogados.
Ouça na íntegra a entrevista com o comandante:
Kogling cita que é necessária a atuação em duas frentes: a repressão que é feita pelas polícias militar e civil e a preventiva que deveria ser feito por diversos organismo da sociedade, o sentido de evitar o surgimento de novos viciados e consequentemente novos traficantes.
E o comandante acentua:
- Temos que dar opção de ocupação para esses jovens, uma educação que seja de forma integral. Porque desta forma não estaremos colocando o jovem ocioso nas ruas, estaremos investindo em educação que vai resultar num conhecimento maior, inclusive melhorando as potencialidades econômicas e sociais que o Brasil tem.
Veja aqui uma forma sadia de manter o jovem em ocupação sadia e longe das drogas:
O comandante do 10º Batalhão da Polícia Militar de Blumenau é mais enfático quando fala dos valores invertidos na sociedade de hoje.
Cita por exemplo que o fato dos cidadãos infratores afrontarem os policiais, é conseqüencia de uma sociedade que ensina primeiro os direitos e não ensina as obrigações.
- Temos que mudar o nosso enfoque.
Nós cidadãos, temos que verificar quais são primeiro as nossas obrigações para com a nossa cidade, para com o nosso Estado, para com o nosso País.
Por causa da inversão de valores é que hoje temoa uma socieadade que cria leis beneficiando criminosos. O policial militar ainda está preenchendo a sua documentação, após uma ocorrência, e o bandidos saindo, ao mesmo tempo pela porta da frente de uma delegacia de polícia.
Veja posição identicada colocada por um delegado de polícia aqui no blogue:
Para Koglin, o policial personofica o Estado.
- Temos que ter respeito pelo Estado. Isso passa por um comportamento saudável moral e ético das autoridades que ocupam os cargos públicos. Quando isso não acontece, temos cidadãos que afrontam a autoridade do policial e consequentemente também o Estado. é um caminho de mão dupla.
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